Pequeno Suicida
Queria estar com você agora, segurando sua mão e olhando seu sorriso.
— Querido John.
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refeita:

O telefone não toca mais com seu número. Não sei mais qual rumo tomamos nessa montanha-russa que se tornou amar você. Foi embora com meus livros e meus discos, guardei sua camisa branca e a gravata violeta. O problema é que eu não quero suas coisas aqui, Ben. Eu quero você. Volta?

Cartas para Ben, H.

Infindável Amor.

reescrevestes:

que seus olhos ainda prefiram os meus. e que nossas memórias não nos faça esquecer dos bons momentos. que você continue sendo o meu amor e eu, o seu. que as nossas brigas ainda terminem com as pazes. e que o nosso “nós” ainda faça sentido. que você congele ao som da minha voz. e que eu ainda ache abrigo nos teus braços. que nossas risadas ainda façam parte dos nossos dias. e que as lágrimas não sejam deliberadas. que você ainda queira me escutar. e que o teu rosto não me extenue. que nossas mãos tenham prazer de se entrelaçarem. e que o destino nos una um dia após o outro. que os nossos encontros não delonguem em acontecerem. que o seu beijo ainda me faça querer de novo. que, por vontade mútua, queiramos ficar. que o tempo não se esgote. e que não precisemos nos afastar. que o tempo incendeie o nosso amor. e que nenhuma ventania nos impeça de se desejar. 

Com amor, de Karoline Koppe para S e R.

dois-unicornios-deactivated2023:

Sigo com medo. De viver, de não viver. Medo de não conquistar nada, e ao mesmo tempo da conquistar tudo. Medo do amor, e da solidão. Medo de nunca entender como as coisas realmente funcionam. A verdade é que ninguém explica o que é a dor, a angústia, ou medo. Ninguém explica a dor de um coração partido ou de uma decepção. Nós só sentimos. E como machuca. Só entendemos a dor, a partir do momento que ela nos toca. E então, desde esse momento, ou decidimos ter medo, ou nos viciamos nela. É um vício não explicado, mas as vezes, quando a dor é tudo o que conhecemos, aprendemos que senti-la, é sentir algo. Sentir algo, nos prova que estamos vivos.

nerd-zoeiro-deactivated20220926:

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eclesiais:

Eu sempre fui assim,

um pouco triste e um pouco só.

seu-bobo-da-corte:

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outro–eu:

nós nunca fomos o tipo de casal que se encaixa, mesmo que nos esforçássemos pra isso — ou só eu. não sei em que ponto percebi, talvez tenha sido quando reclamei pela milésima vez que você nunca me escuta.

eu disse que não, você respondeu que sim. eu dei uma ideia, você não gostou. eu disse tudo bem e você repetiu como se fosse sua.

talvez ouvisse mesmo, mas não prestasse atenção.

você sabe como isso pode afetar a autoestima de uma pessoa? durante um tempo me perguntei se eu realmente tinha algo de importante pra dizer, já que você nunca parecia querer saber. me achei insuficiente.

insuficiência é uma palavra forte, não acha?

me afoguei no seu mundo, na esperança de que você fosse me salvar, me ajudar a navegar no seu mar. mas eu nadei, nadei e nadei, só pra você me deixar morrer na praia.

aos poucos descobri que talvez o problema não fosse comigo. que eu não devia ter que aumentar a minha voz pra que a pessoa com quem eu estou consiga me enxergar. que um relacionamento não pode ser baseado em pedidos desesperados de atenção.

eu não devia ter que pedir pra você me ouvir, hoje eu sei disso.

e é por isso que nunca demos certo.

outroeu

codnome-sirius:

o amor foi escorrendo por entre meus dedos e, quando me dei conta, só restavam lembranças de nós. 

foi bonito, mas foi. finalmente eu te deixo ir e me permito ser

livre.

nascidaemoutubro:

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inverbos:

“Eu gosto dos clichês. Da mensagem de bom dia, de surpresas bobas, de ligações inesperadas. Gosto daquelas coisinhas que ficam esquecidas depois do tempo, que a gente vai deixando de dar atenção, importância. Gosto dos detalhes, das bobeirinhas, dos carinhos, das declarações, dos abraços. Gosto do que mantém a chama acesa.”

Gabriela Freitas. 

brutamente-meiga:

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post-it-de-lagrimas:

tudo parece errado dentro desses dias

reescrevestes:

“Não se preocupe comigo. Antes de você, eu sempre andei sozinho.”

— Karoline Koppe.

absttrato:

eu te amo, mas não sou mais apaixonada por você.

eu era apaixonada por você.
por sua voz, sua risada, pelo conforto que tinha entre teus dedos e até por teu dedão esquisito. pela curva do teu pescoço e o cheiro que tinha ali. por teu cabelo que cresce tão rápido, teu dente torto, os sinais no teu ombro, “os olhos tão gigantes e a boca tão gostosa” que sim, eu aguentei. por teu corpo, teu gosto, tua pele, e não menos importante,
por essa tua alma falha.
hoje, a amo.
amo-te por nossas conversas, gargalhadas, pelas horas esperando você tomar iniciativa em dar tchau já que por mim passaríamos a madrugada toda conversando. pelo prazer, suor, lágrimas. por ter me fortalecido e colocado um pouco meus pés no chão mesmo sem perceber.  te amo por termos sido “nós”, meio frouxo, mas nós. amo-te por ter sido uma das melhores coisas em minha vida. eu te amo porque agora eu me amo.

e sabe, K

às vezes ainda dói.
dói porque eu amo você
e isso é mais que muita coisa.